sexta-feira, 8 de março de 2013

Passagem breve passagem.

Quietude definida, mas
não ficou esta sala esquecida,
nem a minha alma ficou vendida.
Continua assim porém
com vista pro bem.
Rendido, sem pressa,
definido, unido,
o saudoso que regressa,
o esquecimento foi vencido.

Curo-me com coragem,
mais boas intenções,
no abono das paixões,
não esqueço a  viagem.

Voltará, não voltará,
quem é livre, livre viverá.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O crescer interior,
força de amadureçer.
Toca na verdade, tudo gira,
é uma fatalidade que não se tira.
Uma aposta no fortalecer.

Escrevo, rescrevo...
no tem que ser.
alimento a esperança,
a cura, de te ter.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Hoje á favas para jantar;
Plantadas, colhidas e cozinhadas.
Do quintal para a cozinha foram parar
Vinho e toucinho, delícia de garfadas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

…e lá vai: Uma pequena quadra,
Saco-te assim um sorriso sincero.
É a simplicidade que se enquadra
Num estado de graça que espero.

domingo, 1 de abril de 2012

O que dou!
O que recebo de volta?
Safa. A terra parece mais solta.
Seca, desidratada, desanimada.
Tem que ser sempre regada.
Cansado… apanho o lixo
O que não foi por mim plantado,
No meu canto… meu pranto.

Fecho os olhos e espero a noite.
Espero que a memoria me traga sorte
Para que a minha alma seja forte.