sábado, 8 de fevereiro de 2014

Boas memórias / Good memories.

Tempo, é o melhor que cabe;
momentos bons, o bem que sabe.
causa de saudade, animosidade.
Tudo de volta num só segundo... estala um arrepiado, um sorriso
borboletas a despertar para mundo
uma graça que vem do fundo.
vento quente e valente que passa,
Um amor antigo que trespassa.


Time is the best fit;
good times, good to know.
because of homesickness, animosity.
All back in one second ... Pops one creepy smile
butterflies to awaken to the world
a grace that comes from the bottom.
hot and brave passing wind,
An old love that pierces.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

2

A dois.
Magia e alegria;
embriaguês de amor,
na calçada, na mesa, na cama.
Como as mãos abraçadas a quem ama.

Els dos.
La màgia i l'alegria;
l'embriaguesa d'amor,
a la vorera, a la taula, al llit.
Com les mans van abraçar als que estima la.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Triptico, tryptique, tryptic.

Como no dia em que te conheci
o dia em que não adormeci
foi em sono acordado, desperto
encantado, emocionado, ainda apaixonado.

Comme le jour où je vous ai rencontré
le jour où je n'ai pas m'endors
a été sommeil éveillé, éveillé
ravi, heureux,  toujours en amour.

As the day I met you
the day I did not fall asleep
was waking sleep, awake
delighted, thrilled, still in love.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Eu, Jonathan.

Quem me vê,
olha e lê?
Perseguidores
com valores,
morais e amores?

Suponho que tenham.
Proponho que venham.
Que se sentem,
que se deitem, 
de pé, porque não?

Sou o Jon, 
Smith do pai,
White da mãe,
sou mister, 
sir também.

Inglês não,
português,
Aqui criado
como vês.

Os meus pais embarcaram,
vieram desembarcar aqui.
Aqui ficaram e amaram.
Nasci, cresci,
fortaleci e amadureci.

Já fui turista
visitante,
algumas vezes artista,
da rima amante
... por vezes distante,
apaixonado, confiante.


quinta-feira, 13 de junho de 2013

Por cá.

Já não estou fresco
como a manhã de verão. 
Contudo menos dantesco, 
mais maduro, pois então.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Passagem breve passagem.

Quietude definida, mas
não ficou esta sala esquecida,
nem a minha alma ficou vendida.
Continua assim porém
com vista pro bem.
Rendido, sem pressa,
definido, unido,
o saudoso que regressa,
o esquecimento foi vencido.

Curo-me com coragem,
mais boas intenções,
no abono das paixões,
não esqueço a  viagem.

Voltará, não voltará,
quem é livre, livre viverá.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O crescer interior,
força de amadureçer.
Toca na verdade, tudo gira,
é uma fatalidade que não se tira.
Uma aposta no fortalecer.

Escrevo, rescrevo...
no tem que ser.
alimento a esperança,
a cura, de te ter.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Hoje á favas para jantar;
Plantadas, colhidas e cozinhadas.
Do quintal para a cozinha foram parar
Vinho e toucinho, delícia de garfadas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

…e lá vai: Uma pequena quadra,
Saco-te assim um sorriso sincero.
É a simplicidade que se enquadra
Num estado de graça que espero.

domingo, 1 de abril de 2012

O que dou!
O que recebo de volta?
Safa. A terra parece mais solta.
Seca, desidratada, desanimada.
Tem que ser sempre regada.
Cansado… apanho o lixo
O que não foi por mim plantado,
No meu canto… meu pranto.

Fecho os olhos e espero a noite.
Espero que a memoria me traga sorte
Para que a minha alma seja forte.

sábado, 31 de março de 2012

...

Coragem, não desistas,
Sei do teu esforço
Dói o que já era dorso
Precisa-mos que insistas
É nossa a alma que entrevistas

É o corpo e a mente, é a alma.
Ignora a vontade castradora, derrotista.
A musa vai-te encontrar. Inquieta, calma.
Que não morra a cultura, viva o artista.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O paraíso da cultura.

Porque tem que ser.
Porque também quero viver.
Porque pode ser tarde, cedo, o certo é gener.
Pois então. Viva a rainha.
Viva os jardins plantados na cidade.
Hurra natureza Majestade minha!!!
Viva quem planta amor e saudade.
Porque o meu festejo é aqui vos ter.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Titulo permanente.

Mergulho agora e abandono este fado.
Tomo o banho nas águas de rejuvenescer.
Entrego-me ao meu destino para o meu amor sobreviver.
Este corpo vai agora voltar a ser o que era. Teu amado.

Titulo permanente.

Farei mais, prometo. Vou continuar, o desconhecido enfrento.
Faço o caminho que tenho de fazer, continuarei com alento.
Mergulharei nas águas da juventude, que o céu despeja no lago.
Sentirei os meus pulmões a arder e o delírio do teu afago.
Não ficarei imóvel. Vou dominar, apenas para te libertar.
Quero conquistar aquela liberdade. Passear pelo mundo e soltar,
Libertar a tua vontade e fazer crescer o desejo de amar.
Lutarei sempre contra o meu medo. A coragem vai reinar.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Titulo permanente.


Vou rejuvenescer e ser um galant, um guerreiro
Todo inteiro. Largo este sentimento, insultuoso, forasteiro.
Olha bem para o que escrevi. Pensa no que vivi.
Foi tudo para ti. Rastejo, é certo, engano o coveiro.
Sei ti sou oco. Sou a memória do que fui. Para ti sobrevivi.
Abandonas-me e sou apenas metade. Sou estrangeiro
Na minha terra onde me viram crescer mas não me conhecem
Tudo o que sonha-mos fica na almofada, os “e se” reinaram
Num território baldio, sem dono, as flores e as arvores não crescem
O vento não sopra e a chuva não molha. Fico virtual…
Depois de tantas esperas, traços, letras, tudo fica igual.
Ai que dor esta que me trata tão mal. São as mágoas que padecem.

Titulo permanente.

Imaginar o pedinte, da minha caridade, com sarcasmo se rir.
Fiquei. Fiquei e ficarei. Sabes onde me encontrar
Todo eu sou interrogações, temores de embriagar
O mais corajoso dos destemidos que está para vir.
Neste prédio que todos me tocam por que podem
Imaginam apenas o que podia ser, humildemente me acodem.
Sabem o que se passa, entendem a minha dor
Sabem bem porque o meu coração perdeu o calor
Sou lido e observado e isso só não basta. Preciso amor.
Quero sair de mim, provar-te que não tenho fim.

Titulo permanente.

Sou cérebro que não esquece e não adormece
Aquele sono que temos em criança.
Sou preocupação, sou ansiedade na maldade,
Sou travão, sou a tesão guardada com paixão.
Quero ser o que pediste. Se não sou triste.
Ser pedido e não aceite é assalto no coração.

domingo, 21 de novembro de 2010

Titulo permanente.

Visto negro, com um pouco de cor viva
Tem que existir um pouco de alegria altiva,
Tem que existir a minha marcha cativa,
Tem que existir alguma coisa neste poço,
Que não seja só negrura, só osso.
Só olhos vermelhos de carência de ternura.
Que toda que me foi dada aceitei e sempre me recordarei
Sou sangue que sente a fervura e apura.